Archive for category Miscelânia/Miscelaneous

Como enrolar earphones sem emaranhar

Nota: Estas ultimas semanas estive um bocado ocupada e sem inspiração para escrever, o que me mete raiva porque eu gostava mesmo de manter um schedule regular com este blog, no entanto, vou mais uma vez tentar entrar no espírito. On with the show.

Cabos de earphones. Aquelas coisas que se enrolam sempre que uma pessoa as tenta arrumar direitinhas. Não interessa se foram bem enroladinhos à volta do MP3, existe uma lei qualquer da natureza que diz que quanto mais perfeitinho o cabo for enrolado, mais emaranhado estará quando voltarem ao mp3 para ouvir uma musiquinha. A sério, já vi colegas meus arrumarem os cabos dos MP3 à toa e retirarem-nos, calmamente, horas depois, com o mínimo de emaranhado! Até parece injustiça.

Pode-se dizer que é um pet peeve meu, cabos emaranhados, e é por isso que há um ano atrás (wow I’m slow) embarquei numa cruzada para encontrar o método perfeito de enrolamento de cabos de phones e acho que, embora não seja perfeito, encontrei um bastante bom. Se calhar até é common sense para muita gente que por obra e graça do espírito santo está a ler este texto, mas achei por bem partilhar, até porque os outros subjects para blog posts que tenho arquivados dão muito trabalho.

Então vamos lá. É assim. Este método é um bocadinho lixado de fazer bem quando se está com pressa, mas quando calha bem mantém o cabo dos phones direitinho e protegido. Mesmo quando não calha bem, os phones não se enrolam como é comum, o que para mim é um alívio.

Melhor ainda é que isto funciona não só em cabos fininhos como também em cabos de grossura média. Cabos mais grossos recomendo enrolar em círculo, esses não ficam emaranhados anyway.

Pois bem, vou partilhar então um video que encontrei no youtube que demonstra calmamente como executar esta técnica milenar de utilidade ínfima:

… Eu prometo que um dia destes faço algo de útil para a sociedade…

Anúncios

, , , ,

2 comentários

My Favourite Video-Games

While I’m on a gaming roll, I decided to write in this week about my gaming history and which titles I think are of special consideration, which I hold dear and why I do so.

 

It all started in the 90s, mid-childhood. I was about 6, second grade of primary school. The school had just got their first batch of computers, really old ones, of the Pentium variety, which one though, I’m not sure. We also got access to a variety of educational games that ranged from History to Maths and everything in between. My poison of choice for when we got gaming time was A Aventura do Corpo Humano, a game about the human body which included a sims-like mini-game in which you had to guide the main character throughout the day with a good mix of food, exercise and rest. The main character in this was a bit disturbing though: a skeleton with internal organs. Still, he was amusing and I learned much about the body thanks to this little game.

 

Fast forward a few years, my mother bought a Tetris machine, a hand held, battery operated, 8 bit, monochrome brick that merely ran Tetris. But boy, did I play it. The Tetris theme is still one of my favourite game themes of all time. Tetris even got me through theory physics class here in college!

 

A bit later, the Pokemon mania hit Portugal full force and I was hooked. It was the anime, the card game, the gameboy games. My grandparents got me a gameboy color for Christmas with Pokemon Yellow. I loved playing it, I loved trading pokemon with guys at school, I loved pwning them in battles (which most said they weren’t trying or not watching, you know, boy egos, heh). I played Silver and Crystal officially, Ruby emulated and tried SoulSilver emulated but eh, I don’t like instability. I should check to see if I can somehow play it on the Wii.

 

Once I hit high school, though, the real fun began. That’s when I started to play titles such as The Sims original (all 8 expacs too), the Elder Scrolls III, Age of Empires/Mythology, Pharaoh, Zeus, Black and White. Never was much of an FPS gal, not only because my aiming sucks but also because the FPS community gives the vibe of immature guys who still measure their dicks online.

 

I got my first taste of the consoles with the Sega Mega Drive (16 bits ZOMG), Sonic mostly, and the PSone, at a friend’s place, where I played and fell in love with Spyro the Dragon, my first “flame” with dragons. I have been pretty much of a PC gamer though, despite owning a Wii and PS2 and thinking of an Xbox360.

 

The games that marked me, though, the really addicting ones, the ones that I spent hours upon hours on, the ones I truly remember were few. Besides the pokemon ones, which I still enjoy playing when I get the chance, the great names are Sims, TES III, WoW, Age of Mythology and Black and White 2.

 

These games I’ve ran from top to bottom (except TES III, more on that ahead), explored every nook and cranny, finished the storyline 100%. These are games I will recommend to anyone at any time.

 

The Elder Scrolls III: Morrowind. I’ve discovered recently that not many people actually know about this game, yet it was one of the best RPGs released at its time (2002). I never would have found it if it weren’t for a friend and her habit of getting her hands on every new release to see if its good.

 

The thing is…I haven’t finished this game yet, despite having installed it about four times now. The most I did, was get to the middle of the main quest! Seriously, its a miracle this game even gave Bethesda any profit! Not only does it have excellent graphics for its time, it is also HUGE. DAO? Tiny compared to this monster! The main quest is an epic storyline about your character being the reincarnation of an old Dunmer general who has come to free the Ashlanders (native Dunmer) from the Outlanders (everyone else), driving them and their “false Gods” away. The kicker: YOU are an Outlander. They do NOT trust you.

 

It is a story that starts you off rather mysteriously, quietly, no rush, and builds up as all you do culminates finally in an epic battle. I won’t get into detail; I haven’t got there myself. Besides the main quest, you can join the Fighters guild, the Mages guild, the Thieves guild, the Morag Thong, house Hlallu, house Redoran, house Telvanii, the Imperial Cult and the Imperial Legion, each of these guilds with a storyline of its own that would nowadays warrant their own game, most probably. Yet despite all this, you STILL get loose side quests, varying from fetch quests to assassination, to escort quests. And did I mention the map is HUGE and you can go ANYWHERE on it? Yes, this game is not for the faint of heart. And if somehow you manage to exhaust all there is to do in it, it has an extensive modding community, ready to provide more quests, more features, more and more and more. And yes, despite the game’s age, it is STILL going strong.

 

By now you are probably thinking “Damn this girl is going on and on and on about an old ass game, I bet she never played Final Fantasy, Zelda, Mario, <insert big title here>”. Truth is, yes, I have played them to some extent. I did not like them anywhere near as much as other sort of “underground” games. I have a very extensive Western RPG culture that Asian RPGs just don’t appeal to. Platformers, meh. FPS, no way.

 

That’s why short games sadden me a little. There is so much room to create beautiful stories and gameplays, too bad companies don’t seem to appreciate it. Kudos to Ubisoft for making a game that is relatively short but very enjoyable though: Assassin’s Creed. I did not enjoy having to return AC2 to the store due to the DRM and the very high graphics requirements. Why can’t we disable shadows Ubi, why? :'<

, , , ,

Deixe um comentário

Preguicite aguda!

Ultimamente não tenho feito nenhuns posts. Pois, não me tem apetecido escrever. Mas há uma razão para isto, e essa razão chama-se World of Warcraft: Cataclysm! Sim senhora, não tenho vergonha em admitir que deixei outro hobbie para trás para jogar. Aliás, em breve hei de escrever um post com a minha impressão das principais features do Cataclysm. Entretanto, já há um post agendado para próxima segunda feira, dia 27 de Dezembro. Vou tentar continuar com o schedule normal (todas as segundas) fazendo um “buffer” de blogs.

 

Até lá, aproveito para desejar já um Feliz Natal e Ano Novo.

 

Deixe um comentário

We now present…The Flying Dragon Inn!

Muito boas tardes! Achei por bem começar este blog com um belíssimo post de introdução, como já é da praxe para todos os novos bloggers. Não sei bem porque decidi começar um blog. Acho que estou aborrecida, sinto falta de um hobbie de infância/adolescência, do bixinho da escrita, da criação de uma obra literária, de um texto.

 

Bem, vou começar por falar sobre mim. O meu nome é Alexandra Pedro – ai de quem me chame Sra. Pedro – e sou aluna de Engenharia Informática no Instituto Politécnico de Leiria – ESTG. Sim, sou muito geek, muito mesmo.

 

Os meus passatempos favoritos incluêm estar com os amigos, escrever e trabalhar em projectos pessoais, sejam eles acabar um jogo, programar, queixar-me da vida ou o que seja. Não me importa desde que não tenha tempo morto (excepto as mínimas 10+ horas de sono claro está!).

 

Tenho uma bela miscelânia de interesses que vão desde o World of Warcraft a self-studies sobre sexualidade humana, passando por finânças pessoais até filosofias. Acho que é óbvio que este blog vai ser um belo “tudo ao molhe e fé em deus”! Mas tenho quase a certeza que consigo fazer com que todos esses artigos sejam minimamente interessantes.

 

Mais…bem, não sei. Não há muito para dizer sobre a minha vida pessoal, que é igual a tantas outras: acordar de manhã, ir para a Uni, estar nas aulas, avacalhar com os amigos e tal, nada de especial. Como geek que sou, claro que tenho sempre um olho nos novos gadjets/softwares que saem aí para o mercado. Recomendo desde já os sites www.howtogeek.com (Em Inglês) e pplware.sapo.pt (Em Português). São dois websites dedicados completamente à geekagem que estão firmamente embebidos no meu Google Reader para um checkup diário.

 

Falei em projectos pessoais. Não sei se deixei alguém curioso por saber em que consistem. Pelo sim pelo não, vou falar deste que estão a ler neste preciso momento, um blog.

 

Como referi acima, não sei bem porque comecei um blog. Deu-me na telha, olhem… E no entanto, não é assim que começam as grandes coisas da vida? Sobretudo comecei um blog porque achei que devia pôr as minhas ideias no papel virtual, mesmo que ninguém leia, mesmo que este blog tenha apenas as pageviews que apenas eu lhe dou. Tenho opiniões que gostava de partilhar, de elaborar, que não o podem ser no circulo de amigos que apenas estão a descarregar pressões depois de uma belíssima aula de Programação Avançada.

 

O nome que dei a este blog, The Flying Dragon Inn, vem do meu amor por tudo o quanto è fantasia – desde Tolkien a fanfiction no FictionPress.com, a jogos, a posters, a figurinhas – e video-jogos de RPG, os belíssimos jogos, especialmente em mundo aberto (World of Warcraft e a série Elder Scrolls). Podem apostar que de vez em quando vou fazer posts sobre estes ultimos. Acho que fazem grande parte da minha vida, os jogos e os livros, sendo duas constantes desde que eu era minúscula e a minha mãe me lia estórias daqueles livros “365 histórias”, uma para cada noite.

 

Ok, já me apresentei e ao blog, acho que termino este post aqui. Ainda não tenho um horário de posting definido. Não sei se alguma vez terei. Mas vou fazer o meu melhor para postar, talvez uma vez por mês. Por agora, adeus.

 

, , , , ,

Deixe um comentário