Projecto Pessoal: Traduções.

Recentemente – há coisa de um mês, mês e meio – pus na cabeça que me queria mudar para Leiria, à sugestão e execução de um amigo meu. No entanto, depois de consultar as unidades parentais, deram-me a desculpa do costume de não haver dinheiro para tais projectos. Pois bem, que seja, se o tiver de arranjar eu, tudo bem. Não há de ser assim tão difícil.

O problema principal é, claro, a conjugação do horário das aulas com o horário de trabalho, pelo que as hipóteses que mais considerei foram as freelance. Um part-time provavelmente tiraria demasiado tempo ao estudo/trabalhos de grupo, e, como as coisas estão, também não é uma opção muito affordable, já para não falar que a vontade de ter MAIS um horário fixo não é muita. Last resort mesmo.

Um pequeno e curto brainstorming feito numa das já inúmeras viagens Leiria-Nazaré e vice-versa, abençoadas, que servem para estas coisas e para ouvir podcasts, deu-me três soluções para este problema:

1) Trabalhar para e fazer a carreira Oriflame.

Embora não goste de cosméticos, tenho que admitir que o dinheiro que se pode ganhar aqui é tentador. No entanto, a carreira requer algumas skills de networking que eu simplesmente não possuo, pelo menos para fazer algum progresso decente. Mesmo assim, como objectivo terciário é algo a considerar. Já agora aproveito para dizer que, se alguém estiver interessado em se inscrever, basta contactar-me.

2) Dar Explicações.

Esta é outra opção que não seria muito difícil. Na ESTG já tive Inglês e o nível que me foi atribuido inicialmente foi C2. Como a ESTG já não tem aulas/exame de nível C2, fiz C1 com uma bela nota de 18,8 (0 a 20, claro está).

Acho, então, que estou qualificada a dar explicações do 5º ao 12º anos, que são os anos de escolaridade que existem onde vivo. O problema com esta opção é que teria horas fixas, provavelmente ao fim de semana ou à tardinha, depois das aulas.

3) Fazer traduções Inglês-Português, Português-Inglês.

Pelas mesmas razões pelas quais que me acho qualificada a dar explicações, podia fazer traduções. Esta parece-me a melhor opção pois posso trabalhar quando tiver tempo e ainda ganhar algum dinheiro decente. Ainda tenho que pesquisar mais sobre preços, mas pelo que vi até agora, em certos tipos de texto 0,05€ por palavra até era barato. É complicado porque nem os profissionais se acertam com o preço.

Parece-me que a hipótese que mais se conjugaria no que estou à procura, seria mesmo as traduções. A questão é que não faço ideia (por agora) de como pôr isto a bombar. Provavelmente pela net? Existem vários sites de anûncios grátis mas mesmo assim não me parece que tenham as pageviews necessárias. Não custa tentar, e em breve vou dedicar um tempinho a inicializar este projecto.

Issue número 2, como fazer a troca tradução-dinheiro. Por ficheiro, arrisco-me ou a mandar a tradução e não ser paga, ou não confiarem em mim para lhes mandar o trabalho depois de pagar. Uma solução possível seria imprimir a tradução, meter num envelope A4 e mandar à cobrança. Tenho que ver se isso tem custos adicionais ou se estes podem ser pagos pelo cliente.

O meu namorado diz que poderia, também, cobrar 50% do custo no início e 50% no final, o que também é uma hipótese. Se calhar a maneira mais correcta de cobrar seria adaptar o método às necessidades do cliente. É preciso pensar bem nisto, ver com calma, delinear um plano, executar, ver se dá resultados e iterar. Nunca desistir!

Caso isto vá avante e dê (ou não) frutos, farei um outro post a dar notícias, mostrar com que problemas ou não me deparei e como os resolvi. Stay tuned.

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  1. #1 by Igor on Novembro 30, 2010 - 13:05

    you’re a foll with fool’s dreams

  2. #2 by Ricardo Santos on Dezembro 2, 2010 - 02:55

    Ola amiga! estive no teu facebook e vi que tinhas um projecto novo.
    Como sabes, tenho uns anitos de empreendedorismo. Não é façil, acredita!

    Acho que estás a colocar muitas restrições às tuas escolhas (sem horário, apenas quando puderes, apenas durante a semana… isso não existe!). Dessa forma condicionas as opções e, quem sabe mesmo, matas o projecto à nascença.

    Um empreendedor tem de estar disposto a colher os frutos mais tarde e, de inicio, semear muito e por todo o lado. Muito sacrifício e muitas noites a trabalhar sem hora de término. Muito jantar de família e amigos sem a tua presença… Muitas vezes a namorada pendurada… Muitas saídas com amigos adiadas… em suma, sem vida pessoal. Tudo o que esteja relacionado com o projecto tem prioridade (excepto sobre a coca-cola ;))

    Muita força e coragem!

    Podes contar com os meus conselhos, se é que servem para algo…

    Fica bem!

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