Um dia, vou recomendar um jogo ao lado de Saramago.

Este tópico em particular já há muito tempo que me passou pela cabeça. No outro dia, estava a jogar Dragon Age 2 e aconteceu uma coisa que nunca tinha acontecido: uma cena do jogo fez-me deitar uma lágrima! Tal como um bom livro ou um bom filme, coisa rara de me acontecer.*

A verdade é que se eu contasse isto há maioria das pessoas que conheço ainda gozavam com a minha cara. Parece que ninguém acredita que os jogos podem conter histórias emocionantes, apaixonantes, de valor, tal como um bom livro ou filme. Isto, minha gente, não é verdade!

Tal como qualquer outro meio de storytelling, aceite no mundo em geral, os video-jogos são uma excelente plataforma para difundir histórias impressionantes. Histórias de aventura, de romance, paixão, medo, tudo o que se possa imaginar. E melhor, fazem-no de uma maneira que nenhum outro meio consegue: interactivamente.

Não há nada mais satisfatório do que saber que as nossas acções têm consequências sobre a história que está a ser contada. É por isso que jogos como Mass Effect e Dragon Age são tão populares. Dois play-throughs podem ser tão diferentes, ou tão iguais, quanto o jogador desejar!

É sempre bom ler uma boa história, mas é ainda melhor “fazê-la.”

O problema é que a indústria dos video-jogos sofre de uma grande falta de profissionais no que toca à escrita e criação do enredo. É que, pode não aprecer, mas escrever ficção, seja um livro ou o enredo de um filme, é muito diferente de escrever para um jogo.

O género que mais sofre deste problema é, claro, aquele que dá mais liberdade ao jogador, o RPG. Todos os outros géneros, normalmente, têm histórias lineares, em que o jogador, embora seja a força que faz avançar a história, está “on rails”, ou seja, não se consegue desviar da narrativa. Já nos RPG, não é bem assim.

Notáveis excepções à parte, (estou a pensar, por exemplo, na série Elder Scrolls, cujas narrativas são várias mas mais ou menos lineares, com duas ou três alternativas com pouca consequência), os jogadores de RPG querem ter escolha sobre o progresso da história. Assim, a mesma storyline deve ter N finais, caminhos e cenas diferentes para os contentar.

Já acima referi os jogos da Bioware, Mass Effect e Dragon Age. Ambos permitem criar histórias diferentes tomando decisões diferentes em momentos de jogo diferentes. A Bioware ficou conhecida por isto e os fãns já o esperam.

Ora, toda a gente sabe que criar uma história que seja envolvente e interessante é arte, difícil, e às pessoas que o conseguem chamamos escritores, autores, profissionais da criação de histórias.

Agora imaginem fazer a mesma história, com N cenas diferentes, que não estão interligadas, mas que ao serem juntas têm de fazer sentido e criar uma história coesa, interessante e empolgante independementemente de como as cenas são intercaladas. Pois.

Admira-me que não haja um curso de linguas dedicado a narrativa de video-jogos.

No fim, só tenho a dizer isto: os video-jogos só se vão tornar num meio de arte ao nível de um bom livro ou bom filme quando houver profissionais a especializar-se neste tipo peculiar de narrativa.

* SPOILER: Para os interessados, a cena em questão foi a morte da mãe de Hawke.

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A era das Tablets.

No outro dia estava a ter uma aula de Engenharia de Software 2 (onde estamos em processo de aprender a programar para a plataforma Android) e o stor abordou naturalmente o assunto das tablets, em especial a Galaxy Tab 10.1 da Samsung. Naturalmente, aproveitando isto como uma distracção daquilo que devia estar realmente a fazer, fui procurar em vários websites preços e especificações dessa “nova” tecnologia chamada tablets.

Digo “nova” com direito a quotes porque esta tecnologia não é realmente nova, embora nos queiram fazer acreditar que sim. Já há muito tempo que existem as tablets (com touch e tudo) mas a primeira veio muito cedo e o mundo ainda não estava preparado para a revolução. Para quem esteja entressado em saber mais sobre isto, deixo aqui o link.

Mas isto faz-nos pensar, não faz? A maneira como as coisas evoluiem. Não foi assim há tanto tempo que Bill Gates disse “640K ought to be enough for anybody”.

Entretanto conseguimos computadores relativamente pequenos e estacionários, a que chamamos desktop computers (desktops ou PCs para abreviar). A seguir, houve necessidade, por várias pessoas, sem duvida business people, de trazer consigo o poder de um desktop. E assim nascem os portáteis e os netbooks. Uma forma “cómoda” de trazer, hoje em dia, algo aproximado ao poder de um desktop, pelo menos para coisas como utlizar o email e escrever relatórios/actas/etc.

No entanto, cómoda é uma maneira muito simpática de pôr as coisas. Os ditos portáteis pesam, no mínimo, aproximadamente 2 Kg e os netbooks, além de serem menos poderosos, são muito pequenos para criar um ambiente confortável às necessidades do utilizador. Acreditem em mim, que já tive que fazer uma apresentação powerpoint num!

 

Enter the tablet!

Entretanto com o aparecimento do touch em telemoveis, as empresas tiveram a brilhante ideia de criar uma espécie de netbook sem teclado, o que permite utilizar a completa área do aparelho para um ecrã de dimensões generosas (acertadas em cheio pela Apple com o seu iPad!).

O tablet pc ainda não é considerado uma ferramenta de trabalho. Por enquanto, são na maioria gadjets de entertenimento móvel (e caros). Mas quase todos os dias, nos meus feeds de life hacks, finanças e produtividade, aparecem artigos do estilo “5 productivity apps for (insert tablet/smart phone here)” o que me leva a crer que se estão a fazer esforços para tornar o tablet numa ferramenta de trabalho essencial.

Na minha área, acho que os tablets nunca irão vingar como ferramenta de trabalho, pois programar necessita de IDEs e plug-ins e já é díficil o suficiente com um rato e teclado físicos. O teclado é a maior fraqueza dos tablets. Acredito que com o tempo serão mais desenvolvidos e que teclar num ecrã, sem físicamente carregar nas teclas, se tornará second nature para muitos nós. Por agora, quem quer fazer trabalho extensivo com texto num tablet tem à sua disposição vários teclados externos, seja por USB seja especificamente adaptados para o tablet em questão.

Pessoalmente, se me oferecessem um tablet, ficaria encantada (desde que não fosse o da Toshiba, a sério, o touch é tão mau que me irrita). Provavelmente utilizaria para servir de agenda (ai o jeito que me dava acesso rápido ao google callendar) e de eReader, uma vez que, embora adore ler livros, não gosto tanto de andar com eles às costas. Obviamente que poria vários jogos no disco rígido do dito cujo, não fosse eu a gamer irremediável que sou!

Mas isto não é nada mais do que um rant. O que eu gostava mesmo de saber são as vossas opiniões sobre os tablets. Portanto toca a comentar!

 

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Review: DarkRoom

Continuando com a temática das reviews, desta vez venho dar-vos a conhecer a aplicação que estou a usar para escrever este texto. Chama-se DarkRoom e é uma simples aplicação de produtividade para autores.

O que é?

DarkRoom não é nada mais, nada menos, do que um editor de texto cuja principal função é esconder todo o background do computador, ou seja, criar um “quarto escuro”, sem distracções vindas do desktop, o que permite escrever sem ter a tentação de ir à web ou falar com aquela pessoa que acabou de entrar no messenger.

A aplicação é, como podem verificar no site oficial, um clone de uma aplicação exclusiva para o OS X (tiger) chamada White Room, criada devido à inexistência de alternativas para o Windows por Jeffrey Fuller.

Basicamente, é uma aplicação bem simples, não muito mais útil do que o bloco de notas do Windows, mas o simples facto de permitir escrever apenas com as palavras à frente é genial. Tal como já disse na review do FocusBooster, eu adoro aplicações simples. KISS.

DarkRoom permite algumas configurações básicas, tal como cores do ambiente e texto e o tamanho e tipo de letra. Também dá estatísticas sobre o trabalho corrente tais como número de palavras, caracteres e linhas.

Esta aplicação aplica-se mais a quem gosta de escrever maioritariamente ficção, ou algo do género que não precise de suporte de pesquisas ou formatação, logo exclui trabalhos escolares (por exemplo) ou profissionais a menos que tenham pachorra para depois passar tudo para um editor estilo Word para formatar como deve de ser.

Mesmo assim, tenho utilizado esta aplicação para escrever a grande maioria dos meus blog-posts e já não quero outra coisa. É muito bom não ser tentada a procrastinar com formatações ou outros programas visíveis, simplesmente abro a aplicação, new document, fullscreen e é só escrever. Como não tem spellchecking, nem me preocupo com isso, é só deixar as palavras fluir. Não há muito mais a dizer sobre esta aplicação, pois é muito simples mas, para mim, poderosa.

Podem fazer o download gratuito do DarkRoom aqui: DarkRoom

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On piracy and excellence

Note: Like the one before it this post was originally submitted to Destructoid. It was the second and last of my entries to that website. Next week we resume the new and fresh blog posts.

CBlog:

Recently, I’ve been reading up on piracy, due to a sudden realization that I don’t seem to enjoy new games as much as I used to. Upon thinking on it, the most logical conclusion I came to was that, due to the fact that I used to pay for the games I play, I’d value them more thus play them more and take more enjoyment from them.

But was it really?

Looking back at the games I bought and played, I can see marks of GREAT games, even if not the entirety of the game is good (I’m looking at you Oblivion). Today, I’m not seeing that same thing in new games. Games that do have them, have other very WRONG things making them essentially bad (Assassin’s Creed 2 DRM, the Witcher over the shoulder camera). Then, there are the big company, big hype games that end up being a colossal let down (The Sims 3).

This makes me wonder: Are there any good PC games still out there that I enjoy?

One answer to this question is my monthly bill of World of Warcraft, a game that 5 years after release still holds strong, still holds entertainment.

“But”, you say, “WoW is an MMO, it’s constantly evolving and thus constantly fresh”. Well, that’s true. Ok then, another example, Sims 2. A game still going strong even after the release of its lackluster successor, The Sims 3.

But this blog isn’t to talk about what games are good and what games are not, though it is an essential part of the topic, piracy.

I do occasionally download games, I admit, but I do know that companies put a lot of work into them and great games deserve to be rewarded. That is why I bought Sims 2 and Oblivion and TRIED to buy AC2, the result of which was a very angry blog.

You see, for me, who am a college student with little to no income, shelling out hard saved 60€ for a game wasn’t easy. Not easy at all. But I was happy. I knew AC2 would be a great game, even if it was just copy + pasted from AC. I felt cheated when, coming home, it didn’t even work.

Then, of course, there are the games that are expensive and not even worth it. Price IS a huge factor in the illegalities here. I remember a time when games were 20€ to 40€, more easily affordable, and I used to buy them, even if they turned out not to be good. Now I can’t even afford the good games.

Many other people are in the same situation as me, if forums and articles are any indication, and developers keep asking themselves why, thinking that shiny new computer blowing graphics is all we want, no matter the price. Well, I’d much rather have games with lower graphics and tons of content than shiny eye-candy my computer can’t even run properly. It’s something to consider.

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How DRM kept money on my side.

Note: This blog post was originally written for and posted at Destructoid. Since then, I’ve stopped caring about that websit, and since I still have two entries there, I’m bringing them over to here.

C-Blog post:

Finally, Ubisoft decided to release Assassin’s Creed 2 for the PC, a game that I had been waiting for ever since I finished the first title. The first game was truly awesome, getting everything almost perfect, in my opinion, with the exception of some technical problems and the repetitive secondary mission gameplay.

The second installment of the series promised tons of gameplay improvement and a new, impressive story of corruption and conspiracy. I was stoked. This was a game that I HAD to buy, there was no question about it!

Fast-forward to 8th March, I go down to my local “tech” store, money stuffed snugly in my wallet, ready to buy the game I had waited so long for! The purchase went smoothly enough and I came home itching to get this baby on my laptop and jump into the immersive gameplay.

But Ubisoft had other plans.

The installation itself went smoothly, not even a hiccup, but as soon as it was done I was prompted to log-in or create a new Ubisoft account. …what? No, I just wanted to play my game but there was no way to skip this step so, annoyed, I went on to create an Ubisoft account. Chosen data typed, I clicked forward and…cannot connect to log-in servers. WHAT?! Because some servers god knows where weren’t online I couldn’t play my SINGLE PLAYER game? A game I gave 60€ for?! Unacceptable!

Naturally, I went immediately to the internet, thinking, hoping, this was some mistake on my part. After all, EA games also prompt users to register their game but allow for easy, no one’s forcing anyone. But not Ubisoft.

A quick search soon revealed the monster that was Ubisoft’s DRM. Long story short, the system requires you to have a CONSTANT internet connection to their servers (which are down by the way) so the program can constantly validate the authenticity of your game. If your internet connection fails even for a few minutes, it will boot you out of your game session. Hope you’ve been saving every five minutes!

So, Ubisoft dictates when you play and guarantees that your game copy is legal. Constant internet connection is just a requirement, and you even have benefits through the Uplay platform. At least pirates won’t get to enjoy the game, hahahaha, right?

WRONG!

Not 24 hours after the game was out the DRM was bypassed by a talented group of pirates.

Worse yet, the pirated version is working better than the legal one (or, at least, you can play whenever you want. Yay…I thought that was a single-player given), proving once more that piracy does have its benefits.

So, what is the effect of this DRM? Well, considering people like me (criminals which once in a while feel like a game deserves a small fortune shelled out), it encourages piracy instead of legal purchase. On account of my bad experience, I’ll be telling as many people as I can about it and advising them not to buy the game, just out of spite. Three of my friends are already not buying.

I’m returning the game today and uninstalling it from my hard-drive. I’ll get my money back and swear to never, ever again buy something from Ubisoft. It isn’t just the screw up with the servers, it is mostly the dictatorship they implemented in their effort to stop (read: encourage) piracy. I bought the game. It’s a single-player game, not online multiplayer. Why should I have to be dependent on Ubisoft’s servers to play it? It doesn’t make sense and it’s just wrong! I miss the days when games only required you to insert the serial key during installation…Come to think about it, I bought a lot more games back then.

 

 

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Como enrolar earphones sem emaranhar

Nota: Estas ultimas semanas estive um bocado ocupada e sem inspiração para escrever, o que me mete raiva porque eu gostava mesmo de manter um schedule regular com este blog, no entanto, vou mais uma vez tentar entrar no espírito. On with the show.

Cabos de earphones. Aquelas coisas que se enrolam sempre que uma pessoa as tenta arrumar direitinhas. Não interessa se foram bem enroladinhos à volta do MP3, existe uma lei qualquer da natureza que diz que quanto mais perfeitinho o cabo for enrolado, mais emaranhado estará quando voltarem ao mp3 para ouvir uma musiquinha. A sério, já vi colegas meus arrumarem os cabos dos MP3 à toa e retirarem-nos, calmamente, horas depois, com o mínimo de emaranhado! Até parece injustiça.

Pode-se dizer que é um pet peeve meu, cabos emaranhados, e é por isso que há um ano atrás (wow I’m slow) embarquei numa cruzada para encontrar o método perfeito de enrolamento de cabos de phones e acho que, embora não seja perfeito, encontrei um bastante bom. Se calhar até é common sense para muita gente que por obra e graça do espírito santo está a ler este texto, mas achei por bem partilhar, até porque os outros subjects para blog posts que tenho arquivados dão muito trabalho.

Então vamos lá. É assim. Este método é um bocadinho lixado de fazer bem quando se está com pressa, mas quando calha bem mantém o cabo dos phones direitinho e protegido. Mesmo quando não calha bem, os phones não se enrolam como é comum, o que para mim é um alívio.

Melhor ainda é que isto funciona não só em cabos fininhos como também em cabos de grossura média. Cabos mais grossos recomendo enrolar em círculo, esses não ficam emaranhados anyway.

Pois bem, vou partilhar então um video que encontrei no youtube que demonstra calmamente como executar esta técnica milenar de utilidade ínfima:

… Eu prometo que um dia destes faço algo de útil para a sociedade…

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Review: FocusBooster

Aqui há dias apareceu num dos meus feeds um artigo que demonstrava várias aplicações concebidas para aumentar a produtividade e eu, como muito interessada que sou nestas coisas (Vê-se, né?), decidi experimentar duas delas. As aplicações escolhidas foram DarkRoom e FocusBooster.

Hoje vou dar a minha opinião do FocusBooster e para uma próxima, a minha opinião do DarkRoom. Ambas são aplicações muito simplistas que me encantam pela simplicidade. Eu adoro aplicações que não tentam ser mais do que elas próprias, que sendo simples permitem realizar a tarefa a que estão destinadas com facilidade e naturalidade.

Mas antes de começar a falar do FocusBooster, tenho que apresentar o seu propósito. Esta aplicação foi desenhada para ajudar os utilizadores a cronometrar as suas sessões de trabalho utilizando o método de concentração e time managing “Pomodoro” (que alguns de vocês se aperceberam, significa tomate em Francês. Isto porque o senhor que inventou o método, Francesco Cirillo, utilizava um temporizador de cozinha em forma de tomate. Incidentalmente isto deu azo à frase que eu adoro presentemente, “Respect the tomato!”).

Este método consiste em escolher uma tarefa e dividir a concentração nesta em blocos de, por exemplo, 25 minutos. A cada 25 minutos, um intervalo de tempo a que se chama Pomodoro, a pessoa faz uma pausa de 5 minutos. Após 4 Pomodoros, tem direito a uma pausa mais longa, say, 30 minutos.

Não é um sistema perfeito, mas decidi experimentar, e descobrir esta aplicação foi perfeito para começar.

Primeiro, as coisas boas. Esta é uma aplicação simples, que não consome muitos recursos. É um simples temporizador com poucas opções, mas que mesmo assim é bastante funcional e mais prático do que estar constantemente a programar um temporizador. Permite também redimensionar a janela do temporizador e mantê-la acima das outras janelas.

As opções são bastante básicas.

Focus Booster Options

No entanto, a aplicação ainda tem alguns problemas. Por exemplo, podemos pausar uma sessão mas não continuá-la pois a aplicação dá-a como uma sessão finalizada e começa uma nova sessão. Embora isto me parecesse um lado negativo, talvez seja de propósito, uma vez que que segundo as “regras” do método Pomodoro, uma sessão não pode ser pausada a meio. De qualquer forma, seria bom ter uma opção para os que não querem seguir as regras à risca.

Outra funcionalidade que falta à aplicação é o suporte da pausa longa, ou seja, de X em X sessões ter o temporizador a contar a pausa longa, em vez de repetir a pausa curta.

Encontrei também o que me parece ser um bug, de vez em quando, quando se inicia a aplicação, esta parece esquecer onde a colocámos na última utilização e faz reset para o topo esquerdo do ecrã.

Mesmo assim, o FocusBooster é uma aplicação simples e prática que recomendo a todos os que queiram experimentar o método Pomodoro.

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